Meu primeiro assassinato {Resenha}


Oi meninas! Finalmente as provas da faculdade para esta semana acabaram e ainda deu tempo para finalizar a leitura do livro "Meu Primeiro Assassinato". Quem me acompanha no instagram viu que recebi este livro do Grupo Autêntica, nossos parceiros e é a primeira vez que resenho um livro do gênero policial aqui no blog.

Tenho uma séria paixão para livros/filmes/seriados do gênero, fiquei super empolgada com a leitura, mas assim que comecei confesso que o livro não me conquistou, fui lendo bem devagar e me mantendo o mais longe possível da história, mas não teve jeito, após umas 30 páginas já estava vendo em Maria Kallio, protagonista de Leena, uma verdadeira Kate Backett (protagonista da série americana Castle).

Título: Meu Primeiro Assassinato
Autor: Leena Lehtolainen
Páginas: 224
Ano: 2013 
Editora: Vertigo 
Nota: ♡ ♡  ♡ 
Depois de alguns anos na polícia federal, onde a rotina de autuações e interrogatórios de pequenos deliquentes a entendia, Maria Kallio retoma seus estudos na faculdade de Direito. Mas sente falta da ação e acaba aceitando substituir um colega no departamento policial de Helsinque.                  Assim começa sua primeira investigação criminal: um jovem, que passava um fim de semana na casa de seus pais em companhia de sete outros membros de um coral, é encontrado morto, afogado.                                                                                                                                     O culpado só pode ser alguém do grupo. Mas quem? Maria interroga um a um. Sua tarefa é árdua: ela conheceu a vítima e alguns dos suspeitos quando era estudante. E tem a mesma idade deles, o que não a torna muito convincente como inspetora neste caso. Além disso, todos tinham boas razões para detestar a vítima: um jovem rico, talentoso, bem-sucedido e conquistador... 


O fim de semana estava calmo na casa de praia dos Peltonen, Jukka havia combinado de passar aqueles dias com os amigos do grupo do coral na casa dos pais. Bebidas, música, ensaios, acompanhavam os amigos, até que um deles, o Jukka aparece morto no dia seguinte.

Maria Kallio, acaba de aceitar substituir um colega no departamento policial de Helsinque, após alguns anos na polícia federal, onde sua rotina era autuar e realizar interrogatórios de pequenos delinquentes, Maria retoma a faculdade de Direito, mas nem a mesma é capaz de trazer emoção a sua vida. Buscando sair da rotina, Maria aceita o emprego e começa sua primeira investigação criminal, a morte de Jukka.


O corpo Jukka é encontrado boiando no mar, inicialmente Maria suspeita de que seja uma morte acidental, até os peritos encontrarem um machucado na cabeça do rapaz e uma série de busca começa em terra e mar para encontrar o que poderia ter sido usado pelo assassino.

Além de Jukka, a casa estava ocupada por sete amigos e cada um deles entra pra lista de suspeitos de Maria, a narrativa de Leena Lehtolainen, nos leva para cada um dos interrogatórios, mostrando passo a passo a investigação.

Jukka era um jovem rico, bem sucedido, talentoso, conquistador e muito querido pelos amigos, mas será que havia mais em sua vida? E será que alguns dos seus amigos estava envolvido neste lado "obuscuro" da vida do rapaz? Quem era o assassino? E qual era o motivo?

Além de insegura por ser sua primeira investigação de assassinato, Maria acaba se envolvendo demais com o crime, Jukka era um velho conhecido seu e alguns dos integrantes do coral também, não sendo apenas isso, Kallio tem que lidar com o machismo que a cerca, com o fato de ser a única mulher no departamento e com o fato de quase sempre não agradar as pessoas a sua volta.

A trama se passa na Finlândia, o que traz um gostinho novo para o livro, estamos distantes dos solos americanos, do FBI e das características clichês dos livros de suspense. O livro é narrado em primeira pessoa, pela Maria, e ao mesmo tempo em que conhecemos todo o processo de investigação, a autora nos leva a questionamentos pessoais da própria Maria, o que pode tornar a obra um pouco cansativa.



Meu primeiro assassinato é uma ótima leitura para quem curte o estilo investigativo/criminal, é uma leitura leve e nos leva em uma viagem por uma cultura totalmente diferente da nossa. Este é apenas o primeiro volume, Maria possui novas aventuras e estou louca para ler cada uma delas!


Onde está o amor?


Começo a post de hoje com a seguinte questão: onde está o romantismo? Infelizmente o amor tem sido um dos sentimentos mais difíceis de serem encontrados no mundo e semana passada enquanto estava sentada em um ônibus lotado a caminho da faculdade tive certeza de que nasci no século errado.

Três garotos estavam conversando perto de mim, um deles estava sentado do meu lado enquanto os outros dois estavam em pé. Durante o percurso os três ficaram trocando os celulares mostrando as conversas que estavam tendo com garotas da escola ou vizinhas. O tempo todo eles diziam quem "pegariam", quem "dava mole" e quem já tinham "pegado", em um determinado momento da conversa o garoto que estava sentado ao meu lado disse que estava enrolando uma garota dizendo que a amava e que ela estava caindo direitinho... E foi ai que comecei a duvidar da minha existência no século 21, será que é isso mesmo? Será que as outras garotas gostam de serem enroladas pelos garotos e sentem-se bem em serem apenas mais uma "pegada" por eles?

 Não sou nenhuma garota ingênua que não sabe o que acontece no mundo, é claro que sei que tanto os garotos quanto as garotas gostam de se envolverem sem compromisso, já ouvi histórias demais a respeito do assunto, só que a maneira desprezível com que os garotos estavam falando das meninas me fizeram mal, me fizeram questionar onde está o valor das pessoas. Será que a única função da mulher é ser um objeto de desejo para o homem? Ou o homem para a mulher?

Será que é tão ruim eu desejar que as pessoas tenham um pouco mais de respeito? Se ser à moda antiga é preferir mãos dadas antes de beijo na boca, preferir amizade antes de namoro, gostar de ser respeitada e respeitar o próximo, então sim eu não pertenço a esse tempo. Não quero ser mais uma na listinha de ninguém, não quero ser a "pegada" da sexta-feira de alguém (será que essa frase está correta haha), quero simplesmente continuar acreditando no amor e levar esse sentimento a outras pessoas, porque enquanto ele não morrer haverão outras pessoas buscando por ele também.

Quem determina se vamos ter respeito ou não somos nós, assim como precisamos respeitar se desejamos ser respeitadas. Falei num post semana passada que Deus é quem nos honra, quem nos dá valor, continuo acreditando no valor real que Ele me deu e é esse mesmo valor que vejo nas outras pessoas. Cabe a mim e a você escolher ser respeitada pelo sexo oposto, sapos nos olharão como uma qualquer na rua, enquanto homens de Deus vão nos olhar como mulheres virtuosas. Voltar no passado não dá, também não quero viver num tempo onde as mulheres não tinham direito a nada, quero simplesmente exercer o meu direito e escolher respeitar as pessoas e ser respeitada.

Antes do coração precisamos pensar, meninas. Não deixe que um garoto qualquer alcance o seu coração, não fuja do seu valor real por um passatempo, espere o tempo de Deus e permaneça à moda antiga, você está agradando ao Rei!


Jogando Xadrez com os Anjos {resenha}


Oi meninas! Sumi alguns dias e a culpa é toda da montanha de textos da faculdade que tenho pra ler ;s Mas enfim, essa semana começou com feriado então está tudo bem rs Semana passada entre um texto e outro, consegui terminar minha leitura do livro Jogando Xadrez com os Anjos e como não posso deixar de compartilhar minha opinião com vocês, aqui estou com mais uma resenha!


Título: Jogando Xadrez com os Anjos
Autor: Fabiane Ribeiro 
Páginas: 400
Ano: 2013 
Editora: Universo dos Livros 
Nota: ♡ ♡  ♡ 

Inglaterra, 1947. A Europa encontra-se devastada pela Segunda Guerra Mundial, assim como o coração de Anny. A garota de oito aos vê seu mundo desmoronar ao receber a notícia de que não poderá mais viver com os pais e terá que se mudar de casa levando pouco mais que seu tabuleiro de xadrez. Tudo parecia um pesadelo, até que surge Pepeu, um jovem misterioso que mudará para sempre a vida de Anny, levando-a a aprender sobre o mundo e a viver moemntos emocionantes sem sair dos canteiros de seu pequeno jardim. Ao lado de anjos que são colocados em sua jornada, a doce menina aprende a enfrentar as dificuldades através de lições de abnegação, fé e amor verdadeiro.

Dois motivos me levaram à essa leitura, primeiro sou apaixonada por livros narrados por crianças, são tão puros e leves, e trazem mensagens tão grandiosas, e segundo o livro se passa logo após a Segunda Guerra Mundial, vocês já sabem o quanto esse assunto me interessa! Além é claro do livro falar de fé e relacionamento com Deus. A verdade é que a história de Anny está carregada de ensinamentos doces e simples que podem mudar vidas.

A história começa em 1947, a Inglaterra ainda está assustada com a Segunda Grande Guerra, e Anny é uma garotinha de 8 anos que vive aprisionada em casa, sem irmãos nem amigos, a garota passa a maior parte do seu tempo com a empregada ou com a professora particular. Seus pais possuem um trabalho misterioso e só param em casa nos fins de semana. Anny, como toda criança, é apaixonada pelos pais e conta os dias até sábado para poder curtir os seus heróis.

Tudo está traquilo na vida da pequena criança, até um sábado em que os pais lhe contam que vão ter que trabalhar mais, suas viagens serão mais longas e consequentemente só poderão vir em casa uma vez por ano. Anny terá que morar com Jane, sua professora, uma senhora rabugente que nunca havia sido gentil com a garota. Amedrontada e louca para ir com os pais, Anny se muda para a casa de Jane levando consigo apenas um jogo de xadrez - presente de seu amado pai -, Tiara, sua ovelhinha de pelúcia e alguns peças de roupa. Diferente da maioria das outras crianças, Anny aceita o novo desafio e possui fé que os pais voltarão logo.



Será nesta nova casa que Anny viverá os melhores e piores dias de sua vida, ela descobrirá que as pessoas podem ser muito más e egoístas, mas conhecerá anjos que Deus fez questão de trazer para a terra. Pepeu será um dos primeiros anjos que Anny conhecerá, ele surge do nada no pequeno jardim da senhora Jane, será um parceiro de xadrez da pequena criança e a ensinará que sorrir é o melhor remédio para a dor.

Em suas 400 páginas, Fabiane nos leva a mergulhar em muitas histórias, lições e verdades, uma simples resenha não é o bastante para descrever a história de Anny. Jogando Xadrez com os Anjos é aquele tipo de livro que faz você torcer pelo personagem, tudo o que você quer é um bom "the end" para o protagonista, mas quando ele chega você deseja saber o que acontece depois... Não adianta omitir, a história de Anny é cheia de drama, o livro conta 9 anos da vida da garota, e são anos bem difíceis, mas a garra que Anny tem para vencer as batalhas é linda e contagiante.

Um livro para te encher de esperança! E você vai acabar marcando mais quotes do que imagina.

Quotes

"Não há limites para as fantasias e para os sonhos. Tudo aqui é xadrez porque é assim que você se sente, rainha Anny. O jogo de xadrez que você ganhou de seu pai é o presente mais valioso, que a faz lembra-se dele e de um maravilhoso dia juntos. Portanto, rainha, tudo o que é felicidade dentro de você é traduzido em xadrez. E ito me faz admirá-la ainda mais enquanto seu súdito: ver o tamanho da felicidade que existe em seu interior, diante das dificuldades de sua vida. Seu reino é infinito, porque assim é o seu coração."

"Ao redor do palácio, lá estava ele: o pontinho azul-celeste que representava a esperança da jovem rainha; o único pontinho repleto de cor no reino. Esperança em seu futuro, fé no caminho. Era a borboleta azul. Linda, poderosa; ao mesmo tempo que frágil e pequena... Era como Anny. Ela era a alma da rainha, a voar livre, transbordando fé."

"Uma suave brisa envolveu todo seu corpo, afastando a frieza e a solidão daquele lugar: "Foi um anjo" - ela pensou."

"Ela podia ser quem desejasse ser. E ela desejava ser livre. Portanto, assim era a sua alma."

"Não há idade para sonhar e, muito menos, para buscar sonhos antigos. Os sonhos nunca morrem."

"Não permita que seu subconsciente desabe frente às dificuldades. Sua vida não é doce, mas você é, e isso é tudo que importa, rainha Anny.×Ou seja, o importante não é aquilo que a vida nos coloca de obstáculo, mas sim como reagimos a tudo. (...) Reconstrua seu castelo dentro de si e proteja-o contra você mesma, para que ele não volte a desabar." 

Preste atenção no que eu vou lhe dizer. A diferença entre os adultos e as crianças é que, quando crescemos,aprendemos a usar palavras difíceis, achamos que entendemos tudo, aprendemos a nos distanciar dos sonhos e fingimos, fingimos muito. Porque sempre nos preocupamos em manter as aparências, e não em fazer coisas que nos deixem realmente felizes. Deixamos de nos encantar, de dar valor ao que tem valor, de fazer o mundo ao nosso redor sorrir e sorrir de volta pra ele. Não nos permitimos fazer coisas diferentes, porque seguimos regras o tempo todo. Ai, cada vez mais pensamos que podemos controlar tudo e a todos, e ensinamos as crianças, quando, na verdade, elas é que deveriam nos ensinar

"- Então, tudo o que me ensinaram é verdade... Jesus está sempre a olhar por nós, as criancinhas, a nos guardar quando temos medo e a nos proteger quando temos dor. Eu me sinto nos braços de Jesus, estou sendo carregada por ele."

Apesar de maravilhoso, o livro apresentou alguns pontos negativos para mim, primeiro achei que a autora forçou um pouco nos ensinamentos, o livro é cheio de lições - o que já disse lá em cima e claro é uma graça -, mas em um certo momento a leitura pode acabar se tornando maçante dependendo do leitor. A autora também trabalhou com muitos eventos, o que acabou deixando a história grande demais, acho que ela poderia ter sido um pouco mais sucinta em algumas partes e investido em outras personagens e momentos. Também senti falta da maturidade da autora na hora de escrever, não sei como explicar essa parte rsrs 

Mas enfim, é um excelente livro e com uma grande mensagem. Vale a pena!


Alguém por aqui já leu? Qual a sua opinião do livro? 
E vocês ficaram com vontade de ler?
Espero que sim!
Beijinhos :*
Tenham uma semana abençoada!





Ops! Beijei um sapo.


Desde pequenas nós sonhamos com o nosso príncipe encantado, os nossos filmes favoritos são encerrados com beijos de amor verdadeiro, nosso coração pulsa à espera de um amor assim. Quando chegamos a adolescência queremos viver um romance de verdade, e por mais que venhemos a negar somos todas garotas histéricas à procura de aventuras. Assim como qualquer outra garota nós queremos ter o nosso primeiro beijo e queremos que seja especial, infelizmente muitas de nós - me incluo nessa lista - não conseguem esperar pelo momento certo e acabam beijando sapos.

O meu primeiro beijo foi movido pela curiosidade e pela vontade de não ficar para trás, todas as minhas amigas já tinham beijado, já tinham namorado, eu era a única aos 14 anos que ainda era "BV". O que foi que fiz? É, beijei um sapo e não teve nada de especial. Naquele momento me senti distante da garota romântica que sempre fui e a partir de então decidi que só beijaria alguém quando sentisse algo de especial pela pessoa.

O mundo tenta dizer que tudo é normal, não tem problema algum eu ficar com 5 garotos numa festa em uma única noite, ou eu perder minha virgindade na balada numa sexta-feira à noite, mas nós sabemos que o que Deus quer é que Suas filhas sejam horadas e respeitadas. Deus respeita Suas princesas, porque elas são dignas de honra, mas muitas das vezes nós mesmas não nos honramos, não nos damos valor. E sabe o que é pior? Com o tempo satanás vai impreganando em nossas mentes que não temos valor mesmo e nós acabamos acreditando.

Você está achando que eu fui longe demais? Afinal o que tem haver beijar aquele amigo da escola na festinha da amiga com o que você vai pensar de si mesma daqui há alguns anos? Tudo! Sabe por que? Porque tudo na sociedade está invertido, nós beijamos a pessoa primeiro para depois descobrirmos se vamos namorá-la ou não, e é nessa confusão que acabamos beijando sapos demais na procura de um príncipe, e acabamos acumulando mais rachaduras do que flores no coração.

Nós nos esquecemos que a vida não é como nos filmes da Disney, lá um sapo até poderia virar príncipe, mas no mundo real é mais fácil o príncipe virar sapo, infelizmente. E é na intenção de nos manter em segurança que Deus nos diz que tudo tem o seu tempo (Eclesaistes 3:1), inclusive amar (v. 8). Guiadas pelo impulso, pelo desejo de querer conquistar histórias rapidamente, nós acabamos nos afastando da vontade do Senhor e ficando cada vez mais longe dos planos Dele para a nossa vida.

Beijar sapos pode gerar um outro grande problema: apaixonar-se por alguém que não quer nada com você! Quantas garotas já não se viram apaixonadas por garotos que mal sabiam o seu nome? Deve ser horrível você desejar alguém e ela nem te conhecer, talvez vocês até se beijaram, ficaram por alguns dias, mas tudo o que tiveram em comum foram os beijos.

Acredito que amar alguém é mais do que beijar e abraçar, é acima de tudo ser amigo. Você precisa conhecer quem você vai amar um dia, vocês precisam ter diálogo, precisam saber o que o outro gosta, precisam ter companheirismo. E é por isso que Deus quer que Suas princesas vivam um amor com os Seus príncipes, porque ambos saberão o que é esperar alguém, ambos orarão pela pessoa amada e colocarão Deus na frente de tudo.

O que nós princesas precisamos aprender é que não será o homem que nos completará nem que nos dará a honra de sermos chamadas de princesas, o único com esse poder é Deus. Nós somos princesas porque somos filhas Dele e apenas Ele pode preecher o vazio do nosso coração, Deus é o único que pode curar as feridas, pode levar a vontade desesperada de namorar (todo mundo acorda com essa vontade um dia rsrs) e fazer com que conquistemos lindas histórias nessa terra. Você topa esperar pela vontade do Rei, princesa?
  

16 on 16: Carta à uma doce criança



Oi meninas! Tudo bem? Espero que sim! Vocês se lembram do Projeto Literário? Ele é postado todo dia 16 e é composto por 16 blogueiras, todo mês escolhemos um tema e elaboramos um texto sobre ele. O tema deste mês era escrever uma carta para uma criança, bem a cara de outubro né? rs Estou tão nostálgica esse mês que resolvi escrever uma carta para mim mesma. Espero que vocês gostem.  

Dia 16 de outubro de 2014
Para uma pequena Thaís,


Te vi brincando de casinha hoje, seus cabelos cobriam seus olhos e seu pijama estava bem largo, do jeitinho que você gosta. Mamãe te chamou para tomar café e você correu para a cozinha, para fazer sua refeição preferida do dia, o café da tarde. Você pegou o copo e o seu pãozinho e foi sentar-se na sala para ver a sessão da tarde, Matilda estava passando pela milionésima vez, e você sorria com as aventuras da sua pequena heroína enquanto mamãe costurava roupinhas de boneca para você.

Enquanto o filme passava na televisão um brilho especial crescia em seus olhos, hoje eu sei o que significa e daqui há alguns anos você vai acabar descobrindo, a maior magia não é aquela que acontecia na tevê, mas sim aquela que acontece todo dia na sua imaginação. Você sabe o que eu quero dizer né? Ainda somos a mesma, pequena criança, assim como você, eu ainda prefiro sonhar acordada e a simples ideia de ir dormir sem antes me contar uma história é detestável.

Estou escrevendo para você porque quero te avisar umas coisas: continue sonhando, continue fazendo das caixas de toddynho guarda-roupa ou cama para as suas bonecas, continue imaginando que a sua piscina é o mar e que você é uma sereia, acredite que as suas aventuras serão maiores do que os filmes da Sandra Bullock mostram e não deseje crescer tão rápido, ser adulta não é tão legal quanto parece.

Pra você ter uma ideia, você que agora sou eu - é confuso, eu sei, mas nós ainda somos aquela garotinha louca -, ainda ama ler histórias infantis, gosta de tomar banho de chuva, é apaixonada por um seriado de contos de fada e troca qualquer realidade por um bom universo literário... Você aos 18 anos está realizando o seu maior sonho: ir pra faculdade, mas ainda paga micos como um crianças e para tudo o que estiver fazendo para assistir um bom filme infantil. Você gosta de comer brigadeiro da panela, ainda usa muitas roupas rosas e adora usar um lacinho no cabelo. Agora você não imagina uma coisa, sabe as histórias que você conta para si mesma? Você começou escrever há quase três anos e começou a compartilhá-las com várias outras garotas. É, você ficou mais corajosa.

Sério! Agora você está longe da sua mãe, há quase seis horas de viagem, tudo porque esse sonho de ser alguém se tornou tão grande que você teve que vencer a saudade. Acho que você jamais pensaria isso! Fico feliz por estar realizando os seus sonhos, tantas coisas ruins aconteceram com você e infelizmente ainda vão acontecer, mas o que eu posso adiantar é que a sua fé e a sua imaginação farão com que você sobrevive todas elas. O que você conquistará no futuro são frutos da bondade do seu Papai do Céu e da fé que você vem plantando desde pequenininha.

Seja a criança mais feliz do mundo, voe cada vez mais alto, sente-se nas nuvens e fuja da realidade sempre que possível. Crie histórias, leia, estude, seja essa criança adorável que me inspira até hoje. Seja livre Thaís e deixe que eu me preocupo com a vida de gente grande.

Vai lá, mamãe está te esperando para contar uma história! Beijos e abraços apertados!

E aí, gostaram? Espero que sim!
Não deixem de conferir as cartas das outras blogueiras :]






5 histórias de fé nas canções de Casting Crowns


As músicas que mais me atraem são aquelas que me deixam em paz e me fazem imaginar histórias, e acredito que seja por isso que acabe preferindo mais as canções internacionais. Os americanos tem um jeitinho especial de transformar seus louvores em lindas histórias de redenção a Deus e foi exatamente isso que encontrei nas canções da banda Casting Crowns.



Broken Together conta a história de um casal que ficou preocupado demais em construir suas vidas e esqueceram do amor. Será que ainda há tempo para ser um só? Será que eles foram feitos para se completarem? "O que você pensa quando olha pra mim? Eu sei que não é o conto de fadas que você sonhou que seria... "
Além da letra lindíssima, o clipe é incrível!




Just Another Birthday conta a história de uma garota ao decorrer de seus aniversários, todo ano é a mesma coisa, ela está sozinha, sem a pessoa que ela realmente queria estar. Até que em um ano ela cai nas promessas sedutoras de um rapaz, naquele aniversário ela não ficaria sozinha, uma criança faz parte dela agora, mas ela ainda sente-se só, apenas Deus pode ajudá-la. "Olhando pata trás, tudo o que Deus nos trouxe, tu és o meu feliz aniversário e você nasceu para quebrar as cadeias..."




Como um romântica legítima Angel não poderia ficar de fora. A música é a cara da história do tio Nicholas em Um Amor Para Recordar, então nem vou ficar explicando muito! "Depois que todas as mudanças de estação se transformarem em anos, as coroas se forem e os sóis se apagarem, eu ainda estaria aqui segurando você e agradecendo os céus pelo meu anjo... "



Dream fou You fala sobre os sonhos que Deus tem para os Seus filhos, durante a música ouvimos um pouquinho dos sonhos que Deus teve para Davi e Maria e não tem como não se inspirar com a certeza de que Ele tem sonhos grandiosos para nós também! "Eu sou mais forte do que você pensa que Eu sou, Eu irei levá-lo mais longe do que você pensa que pode. Você canta e me chama de Grande Eu sou, então tome sua posição! Me filho, se você apenas soubesse todos os planos que eu tenho para você, apenas confie em mim, eu irei até o fim, você pode me seguir."





Wedding Day conta a história de toda pessoa que aceita Jesus, a música fala sobre a noiva que não sente-se digna de usar branco e de estar ao lado do Seu noivo. Mas o Noivo a vê da melhor maneira possível, Ele está tirando-a da miséria e da dor, levando-a para fazer parte de Seu reino. "Há uma agitação na sala do trono, e toda a criação prende a respiração esperando agora para ver o noivo, imaginando como a noiva vai se vestir. E ela se veste de branco, e ela sabe que não merece, ela carrega a vergonha da história, com esta virgem desgastada e cansada, não é a noiva que ele vê. E ela usa branco, da cabeça aos pés, mas só Ele pode deixá-la assim..."

Casting Crowns é uma banda cristã de soft rock. A banda foi criada pelo pastor de jovens Mark Hall (que também é o vocalista e líder) para atuar como ministério universitário. Eles gravavam CD's "caseiros" para divulgar a mensagem do evangelho aos estudantes. A banda se apresentava em um grupo de jovens em Atlanta antes de ser descoberta pela lenda da música cristã contemporânea Steven Curtis ChapmanCasting Crowns conseguiu um contrato de gravação e popularizou-se em 2003 com músicas como "If We Are the Body", "Who Am I" e "Voice of Truth". A banda atualmente é uma das mais vendidas nos Estados Unidos.

Gostaram das canções? Pra quem já conhece os Casting quais são suas canções favoritas? E algumas dessas vai entrar pra listinha? Espero que sim! Que a paz e o amor do Senhor sejam com vocês. Beijocas :*

Café, fé e liberdade


Papai tinha acabado de preparar o café, uma fina fumaça subia das xícaras e o cheirinho de café invadia toda a cozinha, a torrada quentinha derratia a manteiga e minhas meias mantinham meus pés quentinhos, embora estivéssemos na primavera aquela manhã estava fria e papai fazia de tudo para aquecê-la.

Sentamos na mesa e começamos nosso café da manhã, como de costume o rádio estava ligado tocando uma das minhas playlists favoritas de Casting Crowns. Entre um gole e outro do café papai resolveu quebrar o silêncio daquela manhã.

- Querida, acho que você está mais velha hoje... - ele pousou sua xícara na mesa, cruzou os braços no peito e me fitou como um especialista em artes faz em um museu.

- Por que pai? - meu pai é daquele tipo de gente que está sempre contando piadas, fazendo até da seriedade um momento de sorrisos.

- Porque sua testa está cheia de rugas esta manhã. - ele tomou mais um gole de café enquanto dei uma mordida na minha torrada. - O que pertube minha pequena princesa?

Papai vivia me dizendo que eu era tão invisível quanto minha mãe, jamais consegui esconder alguma coisa dele, e esta manhã não seria diferente. Algumas dúvidas vinham surgindo na minha cabeça nos últimos dias e eu tentei ao máximo transformá-las em perguntas decentes e não em lámurias de uma adolescentes qualquer, mas provavelmente não seria capaz...

- Pai, por que nós cristãos vivemos dizendo que somos livres se não podemos fazer nada? Por que é pecado eu pensar em mim primeiro? Por que é errado me envolver com uma pessoa que não tem a mesma crença que eu? Por que tudo acaba sendo pecado na maior parte das vezes? - derramei minhas questões sobre o meu pai na mesma velocidade que a água corre numa queda de cachoeira, como de costume papai bebericou seu café mais uma vez enquanto assimilava tudo o que disse.

- Querida, você está estudando a Segunda Guerra Mundial não está? Tudo o que Hitler fez foi errado, não? Quantos judeus ele matou? Aproximadamente uns 6 milhões? É isso que algumas fontes dizem... Imagine se não houvesse regras no mundo? Todo dia viveríamos uma guerra diferente. Regras são necessárias para vivermos em paz. Ao contrário de nós, Deus é perfeito e como o céu é Dele e para Ele, lá também há perfeição, certo? - ele olhou pra mim esperando confirmação.

- Certo.

- Deus não nos deixou deveres porque Ele é super organizado e quer que sejamos privados de tudo, Ele vem nos ensinando quem devemos ser para um dia encontrarmos a perfeição Dele. Nós somos livres porque Ele nos livrou da morte, porque Ele nos dá a chance de vivermos sem a necessidade da morte. Por que as pessoas precisam de usar drogas? Porque elas sentem-se vazias. Por que os jovens precisam entrar na vida sexual cada vez mais precocemente? Porque sentem-se vazios. Por que as pessoas não tem paz para sorrir, para dormir, para viver cada dia de uma vez? Porque estão cada vez mais distantes de Deus.

- A vida que Ele nos dá é a libertação de um vazio eterno. É o encontro do filho que estava perdido com um pai que tanto ama. Deus nos deu a liberdade de escolher entre Ele e o mundo, entre os prazeres temporários e a vida baseada na boa, perfeita e agradável vontade Dele...

Papai se levantou e foi até a janela, afastou as cortinas e pude ver o nosso muro cheio de pássaros, eles vinham até ali toda manhã comer as frutas que papai deixava para eles.

- Sabe por que os pássaros voltam pra cá, filha? - ele sorria como uma criança que acabara de descobrir um tesouro valioso.

- Porque eles são bem tratados aqui? - perguntei enquanto me levantava e caminhava até onde ele estava.

- Sim, e assim somos nós. Nós buscamos a Deus porque Ele nos amou primeiro, porque nós descobrimos esse amor e não queremos mais viver longe dele. A viagem até esse encontro diário com Ele pode ser cheia de obstáculos, mas cada um deles vale a pena, porque nos braços Dele nós nos sentimos completos de novo, nós descobrimos que somos livres e podemos voar cada vez mais alto com Ele. O mundo pode ter muitos atrativos, mas só Deus é eterno e nosso voo nos levará para casa.

"Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão."
Gálatas 5:1

A infância tem gosto de que?


Infância tem gostinho de acordar cedo só pra ficar assistindo desenho animado na tevê, tem gostinho de sentar na varanda com a bacia de massa de bolo de chocolate entre as pernas e de ajudar a mamãe a fazer biscoitos de maizena num fim de tarde chuvoso.

Infância me lembra das noites em que tinha pesadelo e podia correr pra cama dos meus pais e dormir agarradinha no pescoço da minha mãe. Lembro da sensação de voar quando minha mãe me empurrava no balanço ou da sensação de segurança quando meu pai me pegava no colo e ficava pintando as revistas de riscos da mamãe comigo. Lembro das tardes com a criançada da rua, pintávamos o asfalto com amarelinha, com o campo pra jogar queimada e com os brinquedos espalhados por todos os lados. Lembro dos gritos, das risadas profundas e sinceras, lembro dos meus avós gritando pra que a gente saísse da rua quando um carro vinha vindo...

Lembro de quando o biscoito não tinha que ser passatempo e que não tinha problema algum em estar mal vestida, fazíamos piquenique no quintal, casinha entre os galhos do pé de acerola ou escalávamos o pé de jaboticaba. Lembro dos banhos de mangueira, da minha boia de bichinho, dos nomes das minhas bonecas e da vontade de aprender a costurar roupinhas para elas.

O passado me faz lembrar da criança sonhadora e decidida que eu fui e é ao olhar para traz que continuo encontrando forças para lutar pelos sonhos desta mesma criança. Ao me olhar no espelho posso não mais ver a garotinha magrela com cabelos quase na cintura, agora vejo uma garota quase mulher com muitas espinhas na cara e com o cabelo estranho na maioria dos dias, mas nos meus olhos ainda vejo a inocência daquela menina que ainda acredita que até os sonhos impossíveis podem ser alcançados. E é para manter essa menina viva que continuo acreditando que um sorriso muda tudo e que tudo na vida depende da sua perspectiva.

A criança que eu fui me ensina a ter fé todos os dias e a continuar chamando a Deus de Papai do Céu, porque Ele é exatamente isso, o meu Pai. Assim como quando éramos crianças a dor vem, agora ela não culpa da bicicleta que caiu quando fazíamos a curva, ela é causada pelo sonho que não realizamos ou por termos sido traídos por alguém que confiávamos, mas assim como nós podíamos correr para os braços da mamãe, podemos agora correr para os braços de um Pai mega maravilhoso!

O arco-íris ainda pode nos impressionar, a chuva pode nos chamar para dançar e acordar cedo para aproveitar mais o dia pode não ser uma ideia tão maluca assim. Ver desenho animado às vezes é bom e comer o restinho da massa de bolo ainda é emocionante. Correr pela faculdade como crianças idiotas é libertador, se sujar com brigadeiro é maravilhoso e ler livros narrados por crianças é encantador... Dá pra ser criança - pelo menos um pouquinho - todos os dias. Ainda vou pular em muitos pula-pulas!

- A infância tem gostinho de que, meu senhor?
- Tem gosto de liberdade, menina.

Feliz dia das crianças! *-*

10 filmes que marcaram a minha infância



Um dia desses enquanto saía da faculdade com alguns amigos, nós começamos a conversar sobre filmes da Disney que ainda valem a pena ver e que conquistam até crianças grandes como nós, já que amanha é dia das crianças e relembrar é viver, pensei em fazer uma listinha com filmes que  pra mim valiam e ainda valem a pena ver.

 As namoradas do papai


Esse é um daqueles filmes que ainda me faz parar tudo e sentar no sofá para conferir a sessão da tarde, é um daqueles amorzinhos impossíveis de esquecer *--* Amanda é uma órfã que passa seus dias se aventurando com os colegas do orfanato, enquanto Alyssa é filha de um viúvo milionário. Essas duas garotas se encontram nos arredores de um acampamento de verão e ao verem que são idênticas, as meninas trocam de lugar e viver divertidas confusões. Elas juntam forças para unir o pai rico de Alyssa com a assistente social de Amanda, Diane. 

 Matilda


A história da Matilda já foi dita aqui uma centena de vezes, o que posso fazer? É um dos meus filmes preferidos poxa *-* rs Pra você que ainda não conhece ou não se lembra, o filme conta a história de uma garotinha ignorada pelos pais que encontra nos livros o seu porto-seguro. Após o pai fazer a venda de um carro para a diretora de uma escola infantil, Matilda vai estudar pela primeira vez. A escola acaba sendo cheia de extremos, ao mesmo tempo que sua turma é adorável e sua professora é a melhor pessoa que ela já conheceu, a diretora é um pesadelo e aterroriza todas as crianças. Se não bastasse os problemas de casa, Matilda tem que lidar com a ira da diretora sobre si. Para facilitar a vida da garota, ela descobre que um poder mágico.

 As patricinhas de Beverly Hills



Quando paro pra pensar na minha infância não consigo deixar de lembrar das tardes que passava assistindo esse filme com as minhas amigas! Em Beverly Hills, Cher Horowits é uma patricinha filha de um advogado muito rico, que passa a maior parte do tempo tendo conversas fúteis e fazendo compras com as amigas totalmente alienadas como ela. Até a chegada do enteado do seu pai que acaba mudando tudo a sua volta, primeiro porque ele começa a criticá-la por ela não conhecer o mundo real e segundo, por ela descobrir-se apaixonada por ele.

 Gasparzinho



Um "terapeuta de fantasmas" chega em uma sombria mansão acompanhado de sua filha, após ser contratato por uma milionária que pretende exorcizar os fantasmas do local para assim poder obter um tesouro escondido no casarão. Mas os fantasmas não querem a presença de "humanos", com exceção de um bom fantasma, que deseja fazer um amigo. Desse eu não lembro muita coisa mais, mas deu uma vontade tão grande de ver agora!


 Caçadoras de Aventuras



1980. Beth Easton é uma jovem de Los Angeles que se muda com sua mãe, Kate, que recentemente ficou viúva, para uma casa no interior do país que Kate recebeu como herança de uma tia. Elas planejam lá recomeçar suas vidas, ou pelo menos tentar. Inicialmente Beth odeia viver no campo, mas então ela conhece a franca e desafiadora Jody Salerno. Rapidamente elas se tornam amigas, apesar de Jody e sua mãe, Lynette, serem marginalizadas na região. Jody tem uma má reputação e tem de lidar com a vergonha de ter uma mãe alcoólatra. Beth e Jody têm algumas coisas em comum e uma delas é um espírito aventureiro, que as faz explorar as misteriosas cavernas da Montanha do Urso, pois há uma história que em uma das cavernas há uma fortuna em ouro, esperando para ser encontrada.


 Operação cupido 


Quem não se lembra das gêmeas Hallie e Annie, interpretadas pela pequena Lindsay Lohan? As garotas foram separadas ainda bebês e só descobrem o parentesco quando se encontram num acampamento de verão. As diferenças entre as garotas as levam a altas aventuras e depois ao amor de se aceitarem como irmãs. Quando chega o momento de ir para casa, as meninas trocam de lugar e colocam em ação um plano para unirem os pais novamente. Boas risadas e pipocas são acompanhamentos deste típico filme de sessão da tarde. ><

Meu primeiro amor


É impossível lembrar da sessão da tarde e não pensar nesse filme, um dos queridinhos da globo e de uma geração de pirralhos. Aos 11 anos, a garota Vada e seu amigo Thomas são inseparáveis. Ela sente-se sozinha, pois a mãe morreu bem no dia em que ela nasceu, no parto. O pai, que teve que criá-la sozinha, é dono de uma funerária e não entende muito bem a gartoa. As coisas ficam complicadas quando ele arranja uma namorada e a filha quase morre de ciúmes. A amizade entre Vada e Thomas vai passar por momentos difíceis, quando um ataque de abelhas cruza o caminho dos dois.

Eloise no Plazza



Era bobinho, mas uma gracinha! Eloise é uma menina de seis anos que vive com Nanny, uma babá inglesa, em um hotel em York. A menina é muito esperta e apronta muitas confusões pelo hotel. Apesar de levar todos a loucura, Eloise tem um bom coração e está sempre ajudando as pessoas.

A fuga das galinhas



Eu vi tanto esse filme que chegou uma época que não suportava mais vê-lo, lembro que era tão viciada que não bastava esperar pra ver na globo, alugava até a fita cassete! 
A Sra. Tweedy é a dona de um galinheiro no interior da Inglaterra×, onde a maior parte das aves vive uma vida curta e monótona, limitada a produzir ovos e terminar na panela. Mas quando Rocky, um galo vindo dos Unidos× surge voando por cima da cerca da ×
Granja, as coisas começam a mudar. Rocky se apaixona por Ginger, que sonha com uma vida melhor e já há algum tempo deseja fugir da granja. Juntos os dois arquitetam um plano para conseguir liberdade. No entanto, Rocky e Ginger logo se vêem correndo contra o tempo quando a Sra. Tweedy decide que é hora de mandar a granja inteira para a o forno. 

Spirit - O corcel indomável



No final do século XVII em pleno Oeste norte-americano vive× Spirit, um cavalo que resiste a ser domado pelo homem. Ele se apaixona por uma égua local, chamada Chuva, e desenvolve uma grande amizade com um jovem índio× Lakota chamado Pequeno Rio. Juntos eles acompanham a colonização do local onde vivem, percebendo as mudanças que a chegada da civilização fazem em seu dia-a-dia.

Esses são alguns dos filmes que adoraria passar o dia das crianças vendo! Quais são os de vocês? 
× Eloise tem um bom coração e está sempre ajudando as pessoas.

A vida não é perfeita...



Sabe quando você acaba de sair da faculdade e seu ônibus já passou? Talvez você tenha que esperar mais 20, 30 até 50 minutos para que outro passe. Você está cansada, fez uma prova louca teoria e metologia da história, não sabe se foi bem, está louca pra chegar em casa e seu ônibus simplesmente não vem. Enquanto você espera em um ponto lotado, sozinha - porque todos os seus amigos já foram - o que cai sobre você? O cansaço. E da mesma maneira que nos cansamos da nossa rotina, dos estudos ou do trabalho, quando se está esperando em Deus uma resposta, uma porta que Ele prometeu abrir, uma cura, o cansaço vem também...

Quantos dias você não acordou decidida a fazer todas as escolhas da sua vida sozinha, por que achou que Deus estava demorando demais? Algumas vezes deve ter acontecido, acontece com todo mundo pelo menos uma vez na vida. Mas a verdade é que dar voz a esse cansaço só te levará ao pior.

Quando eu perdi a minha bolsa do ProUni em janeiro, logo que o baque foi passando, houveram dias que eu me encontrei cansada. Em alguns dias eu ficava me perguntando do por que de ter um sonho tão grande. Por que eu não poderia escolher um curso de mais fácil acesso e estudar na minha cidade mesmo? Por que eu não poderia procurar um trabalho ou inventar alguma outra coisa e fazer a faculdade depois? E nos piores dias para mim, por que mesmo que eu tinha que ir pra faculdade? Dar ouvido ao cansaço foi para mim como bater minha própria cabeça na parede, porque ele só me jogava pra baixa e ia de mansinho tentando aniquilar os meus sonhos.

E não é isso que Deus quer pra gente. Ele não quer nos ver sofrer, não quer que só fiquemos vendo as pessoas realizarem seus sonhos enquanto nós não realizamos nada. A verdade é que a vida não é perfeita, os nossos sonhos não vão acontecer quando queremos, vamos acabar ouvindo mais 'não' do que 'sim' e cabe a nós continuarmos sonhando e correndo atrás dos nossos objetivos.

Hoje enquanto via um álbum de fotos com os meus primos fiquei pensando sobre o quanto as fotos perderam o sentido, antigamente fotografávamos na tentativa de guardarmos lembranças, nossos pais queriam registrar os momentos felizes que passavam ao nosso lado e era emocionante receber aquela sacolinha de papel com centenas de fotos dentro. Nós não sabíamos como elas tinham ficado, era sempre uma surpresa. Hoje não, nosso mundo é movido pela rapidez, todo mundo quer ser como o Flash, as fotos só são tiradas para postar no facebook e você não precisa esperar quase nada pra ver o resultado dela.

É claro esperar no Senhor fica mais difícil quando não suportamos esperar nem na fila do banco, nos acostumamos com a rapidez e queremos que tudo flua assim. Acontece que o nosso tempo não é o tempo de Deus, nem as vontades Dele são as nossas. É por isso que acredito que é sempre bom estar em movimento, quando depositamos nossa confiança no Senhor podemos respirar profundamente e ir viver o agora, porque sabemos que as nossas grandes decisões serão tomadas com Ele.

Enquanto eu não conseguia entrar na faculdade, comecei a fazer um curso de radiologia, o curso ocupou minha mente, me ensinou coisas muito interessantes e conheci pessoas pra lá de especiais. Ocupar meu tempo com o curso em ajudou a não ficar de olho no cansaço nem de desistir daquilo que Deus havia me prometido.

Dá próxima vez que você se sentir cansada não pense que você é a única pessoa do mundo a passar por isso ou que só por que estar cansada você estará pecando. Nós somos humanos, somos fracos e é por isso que nossa força vem de Deus. Em Isaías 40:29-31 diz: "Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam."

Lembre-se sempre disso você não está só e a sua espera não será eterna. Deus está com você durante a provação, está contigo durante a espera. Agora é tempo de crescer, seja crescimento espiritual, pessoal ou profissional, aproveite este momento para descobrir do que gosta, descobrir talentos, sorrir ao lado das pessoas que ama e trabalhar na obra do Senhor. A vida é uma só, a faça valer a pena!

Nota da blogueira mais enrolada do mundo: Ontem, dia 7, eu deveria ter postado o 7 on 7, mas esta semana tive a minha primeira prova na faculdade, isso resultou numa Thaís nervosa e desesperada para estudar. Fiquei sem tempo de fotografar, mas vou tentar postar em breve.
Uso a mesma justificativa para o capítulo da fanfic Uma aventura à dois que iria ao ar hoje. Posto em breve. 

Ser luz



Uma das coisas mais difíceis para nós jovens e adolescentes é continuar sendo luz num mundo que se prende a escuridão cada vez mais. Quem nunca pensou que seria mais fácil começar a frequentar as festinhas, ficar com aquele carinha bonitinho, ou usar aquela roupa mais curta do que permanecer em santidade e satisfazer a vontade de Deus? Ser um jovem na presença de Deus não é a coisa mais fácil do mundo, não quando as pessoas a sua volta insistem em te apontar como a careta da sala ou que você jamais vai viver uma vida de verdade. Pode parecer bobagem pra você, mas a maioria de nós fica confusa com isso em um determinado momento de sua vida.

Eu nunca falei sobre isso por aqui, mas teve uma época da minha vida que o mundo começou a chamar mais a atenção dos meus olhos do que a Igreja. As festinhas pareciam mais atraentes e a ideia de beijar um garoto não era mais tão nojenta assim, e sabe o funk? Por mais horríveis que eles fossem, eles não pareciam tão sujos assim. O mundo parecia mais agradável aos meus olhos e quase que eu fiz parte dele.

Eu dancei algumas músicas de funk, mas elas me comprovaram o que eu já sabia: tudo era vazio ali. A satisfação que o mundo traz é passageira e abrir mão da vida que Deus tem para você é jogar pela janela o diamante mais precioso do mundo. Porque por mais divertido que seja, por mais histórias que as pessoas tenham para contar será mesmo que suas vidas não são vazias? Será que as coisas leves do mundo como dançar uma noite inteira ou ficar com alguns garotos não vão te levar a lugares mais profundos? Distantes do Rei?

Por mais chato que seja você ser tachada como "crente" e não se engane, na faculdade será muito pior, vale a pena continuar sendo cheia pelo Espírito Santo e não pelo mundo. As pessoas tem uma visão limitada dos jovens cristãos, eles acreditam que nós não podemos fazer nada, que nós somos ignorantes, que não sabemos o que é divertido. O mundo acredita que nós somos a parte em preto e branco, que não nos divertimos ou rimos como eles. E é ai que a nossa luz entra! Nós não precisamos provar nada para ninguém, mas por que ficar com uma cara emburrada quando você tem todos os motivos do mundo para sorrir? Porque apresentar uma ideia tão triste e pequena de ser filha de Deus, quando você pode inspirar outras pessoas a serem também?

Eu acredito em um Deus que faz milagres, eu acredito em um Deus vivo que não tem nada de negro ou maldoso. Acredito que Deus é um Pai que está sempre disposto a nos ajudar e cuidar de nós. Deus não julga, não odeia, não nos priva de nada e é essa mensagem que eu quero levar para as outras pessoas, seja na escola, na faculdade, no ônibus, no trabalho... A luz de Deus não pode ficar presa em nós, ela tem que irradiar, ela tem que ser vista nos nossos olhos, ser percebida no nosso falar, nas nossas atitudes, no nosso pensar...

Amar e ser amada por Deus é muito bom né? É melhor do que se encaixar nesse mundo louco. Lembre-se você nunca se encaixará aqui, porque você não é daqui, nós passamos por essa terra, mas nosso lugar está no céu. É nossa missão levar a luz para as pessoas, que sermos "crentes" ou "evangélicos" seja mais que um rótulo, que seja um estilo de vida!

 

Uma aventura à dois #4


Oi meninas! Como vocês estão? Espero que bem. Para começar bem o mês de outubro, resolvi colocar em dia um dos meus projetos pessoais que estava em off há quase 2 meses, vocês se lembram da fanfic "Uma aventura à dois", certo? Espero que sim, porque hoje trago o 4º capítulo e pretendo voltar a postar semanalmente. Vamos a ele?

"Ariel tem 17 anos, está terminando o 3º do ensino médio, é cristã, cresceu dentro da igreja, mas jamais deixou que Deus crescesse dentro do coração, ela passa a maior parte do tempo sentada em frente ao mar sonhando com o dia que começará a viver aventuras de verdade. Hospitais, escritórios, salas de aula, tudo parece muito pequeno para esta menina que sonha em conhecer o mundo, mas tudo a sua volta pode mudar mais cedo do que ela imagina. Com a chegada de dois vizinhos, Felipe e Mateus, Ariel descobrirá dois mundos totalmente diferentes e ambos mudarão sua vida para sempre." 

Capítulo 4

Ariel acordou mais cedo do que de costume, tirou o celular de debaixo do travesseiro e viu que ainda eram 7:30, seu corpo pedia pelo menos mais umas 3 horas de sono, mas sua mente clamava por diversão. Embora a conversa com Mateus tivesse mexido com sua cabeça, uma mensagem de Felipe fez com que seus pensamentos voltassem todos para o rapaz novamente. Ele disse que passaria para pegá-la às 8:00 e que o tempo estava lindo.
Ariel levantou-se depressa e desceu até a cozinha para ver se os pais ainda estavam em casa. Havia apenas um bilhete colado na porta da geladeira:”Fomos para o sítio. Tem sobras do churrasco na geladeira, cuide-se direitinho. Com amor, mamãe.” Ela nunca tinha ficado tão satisfeita com um bilhete da mãe como agora, arrancou-o da geladeira e lhe encheu de beijinhos, estaria livre o dia todo e nem precisaria dar-se o trabalho de ligar para os pais, porque não havia sinal telefônico no sítio.
Abriu a geladeira e pegou um Toddynho, logo depois subiu para o quarto para se arrumar. Biquine, shorts jeans e uma regata branca, havaianas, óculos de sol, cabelos presos em um rabo de cavalo e uma bolsa com protetor solar, brilho labial, toalha e outros itens de menina. Assim que se olhou no espelho e se deu por satisfeita, ouviu o barulho de uma bozinha, correu até a janela a tempo de ver Felipe saindo de casa com sua moto, ele a estacionou há uns dez metros da casa de Ariel e ficou esperando por ela.
A garota desceu correndo e quase esqueceu de trancar a porta da frente, estava animada demais com sua primeira aventura para raciocinar direito e Felipe estava ainda mais lindo do que ela se lembrava. Ele estava de bermuda e havaianas, sua camiseta deixava seus músculos à mostra e o sol do início da manha fazia seu rosto brilhar de forma doce e sutil. Ele era o vizinho que toda garota gostaria de ter, pela primeira vez na sua pequena vida Ariel se sentiu uma adolescente de verdade, boba e apaixonada, tudo aquilo que os livros e os filmes não tem medo de mostrar.
A praia não ficava há quinze minutos de distância, eram mais ou menos há uns 40 minutos e antes de chegar até ela havia uma mata incrível que prometia não ter nada do outro lado, mas assim que eles a passaram estava há espera deles um incrível mar azul que dançava com as ondas. A brisa levantava os cachos ruivos da moça enquanto seus braços apertavam a cintura de Felipe, a cada vez que eles se aproximavam um frio percorria o estômago de Ariel.
A praia estava deserta e só quando eles desceram da moto que Ariel percebeu que eles não haviam trago uma prancha. Ela estava confusa e a ruga de preocupação que surgiu em sua testa logo fez com que Felipe sorrisse.
- Não se preocupe, eu já trouxe a prancha. – Ele tirou o capacete enquanto falava. – Trouxe ontem a noite, logo depois que sai da sua casa. Escondi ela atrás daquelas árvores.
Ele apontou para o outro lado da estrada e antes mesmo que Ariel respondesse alguma coisa ele correu até lá para pegar a prancha. Por um instante Ariel achou que tivesse feito alguma loucura, mas logo viu Felipe voltando com a prancha e soltou o ar que estava prendendo sem nem perceber.
A manha passou depressa enquanto Felipe ensinava a Ariel os truques básicos para pegar uma boa onda. Ele era mais delicado do que seu tamanho dizia e havia indo com ela até a água e ficado ao lado da prancha em todas as tentativas da garota. A cada novo caldo ele a levantava e eles caiam na gargalhada. A água estava fresca, a brisa balançava as árvores que cercavam a estrada próxima a praia e poucas pessoas haviam chegado ao local, apenas alguns surfistas que se mantinham distantes.
Ariel nunca havia ido até aquela praia e ainda estava encantada com tamanha beleza. Ela estava sentada na areia passando o protetor fator 50 pela milésima vez quando viu Felipe saindo da água e correndo em sua direção, ele trazia um ar de diversão, como uma criança que está aprontando.
- Você é a primeira sereia que eu conheço que prefere ficar sentada na areia! – ele se aproximou e balançou o cabelo molhado em cima da garota.
- Ai! – ela gritou enquanto levantava para dar socos no braço dele. – Eu cresci em frente ao mar, gosto tanto de água quanto o senhor. – ela jogou o protetor na areia e saiu correndo até a água antes que pudesse mergulhar Felipe já havia passado dela.
A tarde correu depressa entre os mergulhos, as tentativas frustradas de Ariel aprender a surfar e as conversas que tiveram sentados na canga dela. Eles ouviram músicas juntos, comeram os sanduíches que Felipe havia trago e conversaram sobre os gostos de cada um. Antes que se dessem conta já estava na hora de ir para casa.
- Será que seus pais já chegaram? – ele disse enquanto vestia a camiseta.
- Acho que não, mas você pode me deixar um pouco antes de casa que eu vou andando pela areia e para todos os efeitos eu passei o dia na praia. – Ariel prendeu os cabelos num rabo de cavalo frouxo e recolheu as coisas que estavam na canga. – Vai deixar a prancha por aqui de novo?

- Vou sim, passo pra pegá-la amanha. – ele apertou o nariz da menina e correu para guardar a prancha. Ariel caminhou até a moto enquanto esperava por Felipe. Estava feliz, estava encantada com as histórias dele, nunca havia se identificado tanto com alguém. Será que era ele? Será que ele seria capaz de fazer seu estômago ser invadido por borboletas?

Para conferir os outros capítulos:


Vão voltar a acompanhar? Posso continuar dando vida ao projeto? Contem-me tudo ♥
Beijos :*

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