23 de Janeiro de 2020

Bom dia, Princesa! Como você está hoje? Espero que sim.

“Na hora de trazerem animais cegos para sacrificar, vocês não veem mal algum. Na hora de trazerem animais aleijados e doentes como oferta, também não veem mal algum. Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? Será que os atenderá?”, pergunta o Senhor dos Exércitos. — Malaquias 1:8.

No tempo de Malaquias, os sacerdotes acreditavam que os sacrifícios que ofereciam a Deus eram o suficiente, todavia, eles reservavam a Deus o que tinham de pior, o que estava sobrando. Apesar de possuírem animais sem manchas, preferiam guardá-los e entregavam ao sacrifício os animais que não tinham utilidade. Os sacerdotes presumiam que por simplesmente estarem obedecendo e realizando o sacrifício, Deus ficaria satisfeito. Mas Deus não quer os nossos restos. Ele não precisa deles.

Ainda em Malaquias, Deus diz: “Ah, se um de vocês fechasse as portas do templo! Assim ao menos não acenderiam o fogo do meu altar inutilmente. Não tenho prazer em vocês […] e não aceitarei as suas ofertas” (1:10). Deus preferia que o templo fosse fechado, ao invés de continuar recebendo os sacrifícios inúteis dos sacerdotes. Aquelas ofertas eram um insulto para o Senhor.

Quantas vezes, em meio aos nossos afazeres e compromissos, também oferecemos o nosso pior? Destinamos a Deus os minutos que sobram do nosso dia. Nossas orações se resumem a palavras enroladas e murmuradas em meio ao nosso sono. Nossas leituras bíblicas são superficiais… E no fim do dia, nós pensamos: “Qualquer coisa é melhor do que nada!” Não é muito diferente do que os sacerdotes do tempo de Malaquias, não?

Hoje nós temos oportunidade de repensar nossas prioridades. Será que temos oferecido ao Senhor o nosso melhor? O Criador do Universo merece o melhor tempo, merece ser a prioridade dos nossos dias, e não os nossos restos.


Podcast

Lembrando Princesa, que em nosso podcast nós disponibilizamos todos os nossos devocionais. Assim, você pode tê-los em primeira mão. Para acessá-los clique aqui.

Escrito por: Thaís Oliveira

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