2 de Março de 2020

Bom dia, Princesa! Tudo bem? Espero que sim.

Por isso se esforcem para obedecer fielmente a tudo o que está escrito no Livro da Lei de Moisés. Não desprezem nenhuma parte desta Lei para que assim não se misturem com esses povos que ainda vivem entre vocês. Também não falem os nomes dos seus deuses, nem jurem por eles. Não os adorem, nem se curvem diante deles. Fiquem ligados a Deus, o Senhor, como vocês têm ficado até agora. — Josué 23:6-8.

Um dos principais ensinamentos que Moisés e Josué deram ao povo enquanto peregrinavam em direção a terra prometida, era o de que eles não abandonassem ao Senhor nem o trocassem por falsos deuses quando estivessem vivendo na terra de Canaã. Os cananeus adoravam muitos deuses, construindo altares e templos para eles. Por isso, o Senhor teve o cuidado de instruir ao seu povo que não se conformasse nem se misturasse com a cultura dos povos que eles conheceriam na nova terra.

Todavia, durante o livro de Juízes nós vemos o povo se afastar do Senhor e se apegar a outros deuses diversas vezes. Ao fazê-lo, eles desobedeciam ao Senhor e davam as costas para o responsável por tê-los liberto do Egito e cuidado deles até ali. A idolatria dos israelitas trouxe inúmeras consequências, uma vez que o Senhor deixou de lutar por eles e o seu exército tornou-se fraco, incapaz de proteger as fronteiras do país, o que possibilitou invasões e longos períodos de servidão aos povos estrangeiros.

Ao ler a trajetória dos israelitas durante o período dos juízes, é impossível não refletir e pensar na nossa realidade. Assim como os israelitas, nós estamos cercadas por idolatria, por princípios e comportamentos que desagradam ao Senhor. Sem perceber construímos altares em nossos corações, e o grande problema é que eles não são para Deus. Construímos altares para pessoas, artistas, bandas, livros, séries ou filmes. Construímos templos para os nossos sonhos e objetivos. Reverenciamos ideologias, comportamentos, padrões de beleza. São tantos altares que não sobram espaço para Deus.

Nos enganamos ao pensar que a idolatria apontada como pecado nos 10 mandamentos (Dt 5), se resume a construção e adoração de imagens. Na verdade, nós caímos em idolatria quando colocamos qualquer outra coisa no centro de nossa vida, lugar que deve permanecer a Deus.

Nós precisamos analisar o que temos colocado como prioridade. O que é mais importante para nós? Com base em que e em quem tocamos nossa vida? Será que o Senhor ocupa o centro do nosso coração? Os tempos mudam, nossa cultura se adapta, os padrões comportamentais seculares vem e vão, mas o nosso Deus continua o mesmo, Suas leis não mudaram, e por mais que a própria idolatria tenha se tornado maleável ao ponto de se quer percebermos que a praticamos, nós precisamos estar atentas a ela.


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Escrito por: Thaís Oliveira

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    Será que vale a pena (mesmo) esperar?
    ca-rên-cia

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