19 de Junho de 2019

Bom dia, Princesa! Tudo bem? Vamos a nossa reflexão de hoje?

Passado algum tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e o seu rosto se transformou. — Gênesis 4:3-5. 

A palavra inveja é composta pelos étimos latinos in que significa “dentro de” e videre, que quer dizer “olhar”, juntas elas significam um olhar mal, que penetra nos outros de forma destrutiva. Ou seja, a pessoa invejosa está sempre de olho na vida alheia, desejando o que outra pessoa tem. O seu objeto de desejo está nas mãos de outro. A inveja é compreendida como uma paixão humana, um desejo que o nosso coração, descrito pela Bíblia como enganoso e perigoso, é capaz de produzir. Quando nos permitimos ser guiadas pelo sentimento da inveja, ela interfere em nosso julgamento e em nossas ações, fazendo com que nos tornemos ingratas com aquilo que possuímos e desejosas pelo o que os outros possuem.  

A inveja não é nenhuma novidade, ela está presente na história desde a família de Adão e Eva. Em Gênesis 4, nós acompanhamos os nascimentos de Caim, o primogênito, e de Abel. O texto relata que passado alguns anos, Caim e Abel prestaram um sacrifício ao Senhor. Enquanto Caim levou a Deus o fruto de sua terra, Abel levou as partes mais gordas das primeiras crias do seu rebanho. Nós conhecemos muito bem a história desses irmãos, não é? O sacrifício de Abel foi aceito por Deus, mas o de Caim não.  

Caim não aceita o fato de Deus não ter recebido a sua oferta, e logo é tomado pela fúria. A postura do primogênito deixa clara uma rivalidade entre ele e seu irmão. Ambos desejavam alcançar o favor de Deus, mas quando isso não acontece, Caim é tomado pela inveja e por uma competição egoísta, e não se contenta até tirar a vida do seu irmão.  

Tiago nos adverte de que nós somos tentados em nosso interior por maus desejos, e que se não lutarmos para vencer essas paixões, nós podemos ser arrastadas e seduzidas por elas. Ao cair na sedução de nosso desejo, assim como Caim se deixou enganar, aquilo que era só uma vontade em nosso interior, torna-se real, vindo à luz como um pecado, um pecado que após ser consumado gera morte (Tg 1:14-15). 

Nós não devemos aceitar a inveja como um sentimento comum e natural. Como se estivesse tudo bem em desejar o que sua amiga possui, ou a vida de uma influenciadora digital que está sempre à mostra na internet. O Senhor não deseja que nos deixemos levar pelos desejos de nossa velha natureza. Que ao invés de ansiarmos pelo que os outros possuem ou são, possamos ser gratas pelo que Deus tem nos proporcionado, pelo que Ele tem nos permitido alcançar!

Existem mais coisas para agradecer do que você imagina, moça!


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Escrito por: Thaís

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    Não foi bem assim que eu planejei…

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