14 de Janeiro de 2020

Bom dia, Princesa! Como você está hoje? Espero que bem!

Naamã, o comandante do exército da Síria, era muito respeitado e estimado pelo rei do seu país porque, por meio de Naamã, o Senhor Deus tinha dado a vitória ao exército dos sírios. Ele era um soldado valente, mas sofria de uma terrível doença da pele. Num dos seus ataques contra Israel, os sírios haviam levado como prisioneira uma menina israelita, que ficou sendo escrava da mulher de Naamã. — II Reis 5:1-2.

A Bíblia não nos revela o nome dessa menina, mas isso não impede de aprender muito com a sua história. Após Israel ser derrotado pelo exército sírio, comandado pelo valente soldado Naamã, a nossa menina foi sequestrada e levada a força para a Síria, onde passou a servir a esposa de seu sequestrador, Naamã.

Sempre que leio essa história fico tentando imaginar o quanto a vida dessa menina mudou. Imagine comigo: ser tirada de sua casa, do seu país, da sua cultura, afastada dos seus pais… Como estaria o seu coração se tudo isso acontecesse com você? Se seguir novos caminhos, como ir morar fora para estudar e trabalhar já é difícil e doloroso, imagine quando você não pediu por isso e foi arrastada para essa realidade?

O coração daquela garota deveria estar cheio de amargura, tristeza, irá. Afinal, além da certeza de estar longe de quem ela amava e da sua vida, dos seus sonhos, ela ainda tinha que servir a família daquele que foi responsável pela vitória contra o seu povo, o responsável por seu sequestrado. Mas não era assim que o seu coração estava. Como sabemos disso? Analisando o comportamento daquela garota.

Ao adentrar a casa de Naamã, nossa menina descobriu que o soldado estava enfermo. Ela poderia muito bem ter cruzado os braços e se satisfeito com os dias de dores e de humilhação que o seu senhor enfrentaria, todavia, esta não foi a escolha feita por aquela garota. Ao invés de usar sua dor para ferir o outro, a menina decidiu semear amor e ajudar. Movida pelo amor e pela fé que carregava, a garota contou a esposa do patrão sobre alguém que poderia ajudá-lo, sobre um homem que poderia curá-lo.

Será que você e eu também reagiríamos assim? A vida daquela garota virou de cabeça para baixo, e ela poderia ter escolhido se irar contra Deus e contra a realidade que a cercava agora. Ela poderia ter se rebelado, se apropriado dos costumes daquele povo e se tornar uma nova garota, mas a garota apenas foi ela mesma. Quando a vida a balançou a ponto de fazer derramar o que havia em seu coração, o que saiu de lá foi amor, empatia e fé.

Em muitas situações da vida, nós somos balançadas pelas circunstâncias. Somos balançadas de tal maneira, que o nosso coração tende a derramar o que carregamos, pode ser amor e fé, como aquela garota, mas também pode ser fúria, mágoa, rancor, ira… Nós precisamos estar atentas, meninas, ao que carregamos em nosso coração.

O que será que derramaremos quando a vida nos balançar? 


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Escrito por: Thaís Oliveira

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    Será que vale a pena (mesmo) esperar?
    ca-rên-cia

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