20 de Janeiro de 2020

Bom dia, Princesa! Como você está? Espero que bem.

[…] “O semeador saiu a semear.  Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram. Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque a terra não era profunda. Mas quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz. Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas. Outra ainda caiu em boa terra, deu boa colheita, a cem, sessenta e trinta por um. Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!” — Mateus 13:2-9.

Por meio da parábola do semeador, Jesus utilizou a semente para representar a Palavra de Deus e ilustrou algumas maneiras em que nosso coração pode estar ao receber a Palavra.

Ao semear entre as pedras, a plantação até pode crescer, todavia, as raízes não encontram espaço para se fixar, assim o crescimento e a profundidade da planta são resultados do solo fértil, mas não vai além da superfície. Não é muito diferente de corações que conhecem a Palavra e até a praticam, mas não se entregam de fato a Verdade. A Palavra é praticada como um hábito, religiosidade, sem mudar de fato o coração da pessoa. As raízes são meras aparências. 

Já quando se semeia em meio aos espinhos, a semente é recebida pelo solo, mas não há espaço para crescer, fazendo com que a planta seja sufocada. Em nossa vida cotidiana, os espinhos podem ser as nossas preocupações, nossa má administração do tempo, os atrativos e os prazeres da vida. No livro Louco Amor, Francis Chan faz uma reflexão parecida, e explica que os espinhos podem ser qualquer coisa que desvia nossos olhos de Deus. Pode ser que nós estejamos tão preocupadas com coisas desse mundo, que não há espaço em nosso coração para o crescimento da Palavra. Nós a ouvimos, nós a anotamos, nós a conhecemos, mas logo a esquecemos. 

Diferente das primeiras situações, ao semear em solo fértil, a semente cresce, finca suas raízes e produz frutos. O solo fértil tem características diferentes dos demais: há espaço para plantação e há disponibilidade para crescimento. Mais do que simplesmente ouvir a Palavra, é preciso deixar que ela faça melhorias em nós, que ela nos confronte, que toque nossas áreas mais problemáticas e que nós estejamos dispostas a mudar.

Qual tem sido o tipo de solo do nosso coração? Será que temos um solo fértil? Que a Semente encontre morada em nosso coração e nos transforme diariamente.


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Escrito por: Thaís Oliveira

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